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Intercâmbio técnico conecta dirigentes às inovações no setor da saúde
04/01/2019

O intercâmbio técnico do ramo Saúde, realizado nos Estados Unidos entre os dias 10 e 19 de dezembro, reuniu 35 dirigentes de Unimeds paulistas. A programação incluiu visitas a 17 empresas e startups de tecnologia em saúde, localizadas nos estados da Califórnia e de Nova Iorque. Os participantes puderam conhecer algumas das principais inovações e tecnologias disruptivas do setor, como inteligência artificial, computação em nuvem, genética e telemedicina, entre outras.
A parte técnica do intercâmbio foi coordenada pela empresa UBM Brazil, representada pelo diretor de mercado de saúde, Vitor Asseituno e equipe. Por parte do Sistema Ocesp, o grupo foi acompanhado pelo presidente, Edivaldo Del Grande; pelo superintendente executivo corporativo, Aramis Moutinho Junior; e pela coordenadora do ramo Saúde no Sescoop/SP, Lajyarea Duarte.
De acordo com o superintendente Aramis, o intercâmbio foi muito válido devido à experiência profunda que o grupo de dirigentes das cooperativas de saúde de SP obteve, podendo observar como as startups são criadas, como elas se desenvolvem, além de conhecer as principais aceleradoras Vale do Silício que estão favorecendo a concorrência entre as empresas que atuam na área da saúde nos Estados Unidos.
Aramis acredita que os dirigentes brasileiros voltaram com muitas ideias para o dia a dia dos seus negócios aqui no Brasil, observando como a área de tecnologia da informação pode e deve atuar em conjunto com a gestão dos negócios das cooperativas de saúde. Segundo ele, o foco agora está no campo da inovação, com novas ideias e a possibilidade de atrair novos investimentos, inclusive de outras empresas do setor.
“Tal experiência seria muito difícil de obter no nosso estado uma vez que as startups ainda estão engatinhando no mercado paulista. Os inúmeros cases vistos com certeza deverão ajudar às reflexões que o grupo de dirigentes”, explica.
Depoimentos
Para o Diretor de Desenvolvimento Humano e Institucional da Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Unimed Fesp), Marcos Cunha, o Vale do Silício é um lugar incrível para esse tipo de conhecimento. Na opinião dele, as visitas a universidades, empresas de tecnologia, hospitais e operadoras nos Estados Unidos foram muito amplas. A partir do intercâmbio, o objetivo é tornar mais eficiente o atendimento ao cliente e a relação com o prestador.
“Nós já participamos de diversos intercâmbios. Dessa vez, fomos conhecer ferramentas de gestão, de segurança de dados, ferramentas de modelos de pagamento, modelos de atendimento, então foi uma procura por tecnologia, inteligência artificial e telemedicina. O apoio do Sescoop é fundamental, porque com certeza sem esse apoio não conseguiríamos fazer essas missões. A participação ativa do Sescoop também é muito importante no retorno ao Brasil, pelo conhecimento das experiências lá vistas e a correta implementação dos programas aqui em nossas cooperativas, então é de fundamental importância”, pontua o diretor da Unimed Fesp.
De acordo com o presidente da Intrafederativa Unimed Oeste Paulista, Miguel Zerati Filho, a saúde praticada nos Estados Unidos é completamente diferente, muito ligada à tecnologia e ao uso de aplicativos voltados para a medicina preventiva.
“Nós temos que investir cada vez mais em TI e desenvolver aplicativos que tornem menos necessário o atendimento presencial do médico, o que pode gerar economia muito grande, especialmente na prevenção de doenças crônicas. Precisamos evoluir para uma área digital e de inteligência artificial. A telemedicina ainda não é permitida no país, mas esse momento vai chegar e temos que estar preparados para essas inovações para não sermos surpreendidos quando elas chegarem”, afirma o dirigente.
Já o presidente da Unimed Batatais, André Pippa Tomazella, avaliou que o intercâmbio deu uma grande condição para que o Sistema Unimed evolua, principalmente nas questões tecnológicas.  
“Foi importante para abrir a visão dos presidentes das singulares e intrafederativas sobre uma realidade tecnológica que precisamos nos adequar. A visão maior é de que precisamos organizar os nossos dados para que sejam feitas leituras, visando a medidas estratégicas para o nosso negócio”, conclui.


  
  
 
 
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