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Intercâmbio técnico qualifica gestão das cooperativas de saúde
14/06/2017

  

Dirigentes de cooperativas operadoras de planos de saúde do Estado de São Paulo retornaram no dia 8 de junho de um intercâmbio técnico realizado em Portugal e na Espanha. Na bagagem, eles trouxeram a inspiração e o conhecimento necessário para desenvolver ou aprimorar a gestão em saúde, comprometidos com a geração de benefícios para os cooperados, os beneficiários e os negócios. Durante a missão, entre 29/5 e 8/6, o grupo formado por cerca de 35 dirigentes conheceu o modelo espanhol de atenção primária em Madri e participou de curso de capacitação na Universidade Católica de Lisboa. Essa é a segunda turma do intercâmbio realizado em parceria entre o Sescoop/SP e a Unimed Fesp.
O presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, que esteve com o grupo durante as atividades nos dois países, enfatiza a importância dessa iniciativa para a formação dos médicos e da equipe para a gestão das cooperativas de saúde. “Nosso objetivo era sensibilizar e formar os médicos para o trabalho que eles precisam fazer na gestão. Grande parte dos líderes já tem essa competência desenvolvida, mas sempre há oportunidade para aprimorar os conceitos e conhecimentos sobre gestão em saúde”, explica.
Del Grande ressalta que as cooperativas do Sistema Unimed são geridas de forma democrática e, a cada quatro anos, pode haver a troca das pessoas que estão à frente da diretoria. Por isso, na opinião dele, é importante que os cooperados, que formam a base das cooperativas, estejam preparados para assumir essa atribuição quando necessário. Segundo o presidente, o intercâmbio cumpriu o objetivo porque despertou nos participantes uma vontade de aprender mais e de se aprofundar no tema. “É isso que nós incentivamos nas cooperativas, que elas façam a gestão mais eficiente e mais eficaz”, destaca.
Também acompanharam o grupo, por parte do Sistema Ocesp, o superintendente Aramis Moutinho Junior e a coordenadora de Desenvolvimento e Gestão de Cooperativas do Sescoop/SP, Lajyarea Duarte.
Gestão
A coordenadora Lajyarea Duarte explica que essa é a segunda turma de dirigentes das cooperativas que participa de uma série de ações do Sescoop/SP em parceria com Unimed Fesp com o objetivo de capacitar líderes para a gestão cooperativista na área da saúde.
Em complemento às ações de capacitação já realizadas no Brasil, o grupo de profissionais participou em Lisboa, entre 1º e 8 de junho, do Programa de Gestão da Saúde para Médicos da Universidade Católica Lisbon, considerada uma das melhores escolas de negócios da Europa. Em seis dias de curso intensivo, foram abordados temas como estratégia e marketing em saúde, economia, sistemas de informação, liderança e gestão de equipes, comunicação, negociação e gestão de conflitos.
O presidente da Unimed Piracicaba, Carlos Youssef, afirma ter se surpreendido com todo o aprendizado e as informações disseminadas durante o curso da Católica Lisbon. “Muito do que foi visto lá, nós já fazemos na cooperativa, outras coisas ainda não são feitas e outras podem ser melhoradas. Já marcamos reunião do Conselho para compartilhar esses conhecimentos e estabelecer novas diretrizes na cooperativa”, enfatiza.
Atenção primária
Também como foco na melhoria da atenção primária aos pacientes, de 29 a 31 de maio, o grupo esteve em Madri, onde pôde conhecer o modelo de atendimento espanhol por meio de visitas técnicas à Escuela Nacional de Sanidad, ao Hospital General Universitario La Paz e ao Centro de Saúde Barrio Del Pilar. Na Espanha, o grupo recebeu a orientação do médico, professor e pesquisador na área de cuidados primários, Juan Gérvas, que já esteve no Brasil em eventos da Unimed e conhece bem a realidade da saúde no País.
Para o presidente da Unimed Catanduva, Everaldo Grégio, foi uma oportunidade única de desfrutar do conhecimento de professores e médicos que trabalham na atenção primária e conhecer experiências que o fizeram refletir sobre como aplicar essas experiências na cooperativa.
“Algumas questões ainda estão distantes da realidade brasileira, mas é importante entendê-las para provocar mudanças no sistema de saúde cooperativista brasileiro. As experiências e os cases nos fizeram pensar em possibilidades e temos muitas ideias próximas do que é praticado lá, mas ainda falta nos coordenarmos para colocá-las em prática”, conclui.

 


  
  
 
 
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